Vídeo promocional do documentário brasileiro sobre street art. Dica do Hypeness.
Vídeo promocional do documentário brasileiro sobre street art. Dica do Hypeness.
Martin Klimas, fotógrafo alemão que quebra objetos para captar esse momento de “transformação”.
Em Wind Tunnel, obra que faz parte da coleção Stories the City Tells Itself, Neil Goldberg registra como as pessoas são “atingidas” pela passagem dos vagões do metrô. É possível assistir o vídeo no site do artista.
“Fotos batem palavras”. O All Things Digital inicia assim o texto sobre crescimento da popularidade do Instagram, tema que ganhou bastante ressonância na semana passada. Não se trata apenas de números a respeito de cadastros de perfis, mas de engajamento e retenção. Em agosto, o Instagram teve uma média diária de 7,3 milhões de usuários ativos nos EUA. Já o Twitter, 6,9 milhões.
As pessoas também ficam mais tempo no Instagram. Em agosto, os norte-americanos passaram, em média, 257 minutos no aplicativo de imagens. O Twitter perde novamente nos dispositivos móveis: no mesmo período, o serviço alcançou 170 minutos de uso.
***
Não se deve, contudo, fazer uma leitura polarizada do consumo mobile. Para além da disputa desses dois serviços, os celulares ganham diversos fins. O ideal é observar dados mais abrangantes, que incluam, por exemplo, outras redes sociais, entretenimento, jogos.. Em suma, monitorar o uso como um todo, e não fragmentos (divulgados sempre com muito alarde). Daqui a pouco, surge outra pesquisa na qual a indústria da informação apregoa a supremacia das notícias em dispositivos móveis, seguida de outra no qual um serviço multimídia gaba-se do consumo de vídeo ou música…
Quanto mais gente passa a usar celulares, a base de consumidores fica mais diversa, indo além dos early adopters. Ou seja, dados atuais e plurais são importantes não apenas para registrar instantâneos, mas para acompanhar tendências ao longo do tempo.
***
Retomando o mote do início do texto. No geral, o Twitter é mais popular que o Instagram. Entretanto, se no exterior o Twitter se sobressai, no Brasil ele perde força. Algo que já havia vislumbrado há um bom tempo.
Não deixa de ser curioso, todavia, o recurso ter sido ultrapassado em celulares. Lembro-me, no início do apogeu do Twitter, de várias entrevistas dos criadores do serviço de mensagens curtas apontando que a ideia só passou a fazer sentido com o advento e popularização dos celulares inteligentes.
Instalações de Esther Stocker. Foda.
Série fotográfica que registra cenários europeus. Para conseguir esse resultado, o fotógrafo Christian Ruhm não usou efeitos de pós-produção.
David Ablon apresenta sua arte que brilha. Além de ministrar workshops sobre sua técnica, Ablon é presidente da Tecnolux, escritório norte-americano da maior fabricante de produtos de néon no mundo.