Amor, uma definição

[…] as pessoas são assim. Elas dizem que amam um monte de coisa, mas, na verdade, não amam. É apenas uma palavra que foi usada em demasia. Quando você coloca a sua vida na reta por alguém, isso é amor. Mas você só vai saber quando o momento chegar.

Bob Dylan, num dos vários bons momentos da monumental entrevista que ele deu para a Rolling Stone.

Combate à Pobreza

A percepção comum é que a solução de maior impacto para a redução da pobreza é a educação [...] Se você acabou de construir escolas, todos vão receber educação – mas o que você faz com as pessoas que não podem ir à escola, que não tem comida?

Para combater a pobreza, o que é mais efetivo: livros ou comida?

Você utilizaria a bicicleta como meio de transporte ?

Encontrei no Ciclista Capixaba, que foi citado em matéria da Folha. Hoje, dia mundial sem carro, o jornal fala sobre tendência dos cicloativistas de filmar infrações contra quem opta por pedalar no trânsito.

Como são registradas ocorrências na rua, a prática não é ilegal. Grande parte desses vídeos encontra abrigo na internet.

Ciclismo é um tema bastante presente nesse blog. Confira  outros posts sobre o assunto.

uma geração de analfabetos motores

A prática de exercícios resulta do desenvolvimento motor, processo que começa desde que a criança nasce. Ela precisa experimentar todas as possibilidades de movimento para desenvolver habilidades físicas. Hoje tem menos oportunidade de fazer isso. Estamos criando uma geração de analfabetos motores.

Luiz Roberto Rigolin, Doutor em educação física e autor do livro Desempenho Esportivo: Treinamento com Crianças e Adolescentes. Na Folha.

relações sem futuro

Há uma constatação que eu faço com frequência: não sei quem começou, se fomos nós ou se foram a literatura e o cinema, mas, em geral, no início das relações, a gente idealiza tanto o parceiro quanto o novo envolvimento afetivo ou sexual (as dificuldades da etapa seguinte ficam para a comédia, se não para a farsa). Consequência: o exórdio das relações aparece como um momento glorioso, cujo espírito se perderá, inelutavelmente, ao longo do tempo, consumido pela trivialidade do dia a dia e da convivência.
[...] Em outras palavras, a degradação das relações está num defeito de fábrica, numa pressa ou num descuido do encontro inicial, em que, paradoxalmente, falamos demais e não nos mostramos o suficiente.
[...] O momento do encontro é enganoso, por um viés de otimismo: valorizamos tanto o grande amor definitivo que acabamos enxergando sua miragem no horizonte, mesmo quando não há por quê.

Contardo Calligaris. Na Folha.