Robôs invadem as redações

Vídeo

Um noticiário personalizado, no qual avatares apresentam atualizações de seus sites jornalísticos preferidos. Essa é a proposta da startup Guide. Demo acima. Ainda está num estágio embrionário. Impressiona pela dinâmica similar ao do telejornal, mas a apresentadora virtual tem o mesmo entusiamo da moça do GPS.

Não estranhe. Nos bastidores, os robôs já são aliados das empresas jornalísticas, dando uma força na estratégia digital. Garimpam dados e indicam caminhos, como determinar a frequência ideal de publicação de novos textos, o ritmo de mudança das notícias em destaque na página inicial, o horário mais propício para compartilhar conteúdo pelo Twitter…

A era dos sites “legisladores”

Quais as entidades no mundo capazes de criar normas autoaplicáveis para vários milhões de pessoas? Alguém pode falar China, Índia e os nove outros países com mais de 100 milhões de habitantes.

Só que existem outros exemplos pouco pensados por essa perspectiva: empresas como Apple, Microsoft, sites como Facebook, Google, Twitter, ou serviços como Instagram e similares. Estamos assistindo hoje aos primeiros passos da era dos sites “legisladores”.

Por meio dos “termos de uso” dos seus produtos (aquele documento que a maioria das pessoas não lê), essas empresas criam direitos e deveres, decidem o que pode circular ou não, gerando efeitos imediatos na vida dos seus usuários.

- Ronaldo Lemos, na Folha.

O que revistas digitais podem aprender com editores de ebook?

The bells and whistles that magazine publishers are adding to digital magazines remind me of enhanced ebooks, which book publishers got very excited about a couple of years back. They hoped that by adding video and music to an ebook, they could charge more for it. Fast forward to 2013 and enhanced ebooks are widely considered a flop. So far, readers simply haven’t been interested in paying more for them. Book publishers have scaled efforts back and are no longer trying to charge higher prices for enhanced editions.

Do paidcontent.org. “É a economia, estúpido!”

Quora desenvolve plataforma de blogs

“We’re not a site for light, viral, multimedia-sharing without text. We’re a site where people share ideas and thoughts. So the same type of people who write answers are going to be the same types of people who write on blogs.”

Marc Bodnick, executivo de produtos e negócios do site de perguntas e respostas, explica o propósito da nova ferramenta. Ao invés do monopólio da imagem encontrado em diversos serviços (Tumblr, Pinterest…), a plataforma de blogs do Quora quer destacar a produção textual autoral, não apenas a curadoria de criações alheias.

Embora grande parte do conteúdo (original ou encontrado em outros destinos) seja disponibilizado em sites de relacionamento como Twitter e Facebook, desde o ano passado é possível notar boa movimentação nas ferramentas de publicação digital. Medium, Svbtle e Feathers são algumas propostas que buscam repensar a blogosfera.

A verdadeira revolução do financiamento coletivo

It seems that the most important feature of any crowdfunding project is not the ability to raise money, but the opportunity to connect to a global audience. This is the true advantage of music funding platforms over the old-school method of selling t-shirts and sniffing out gigs that will pay for new equipment and band expenses. Reaching a global audience used to feel nearly impossible; Crowdfunding platforms are beginning to change that idea more quickly than you might think

Do Crowdcrux. O site também lista seis sites de crowdfunding para artistas.

No Brasil, há um bônus: os serviços locais de financiamento coletivo ajudam pessoas físicas a destinarem até 6% do Imposto de Renda para incentivar projetos culturais.

Governança da web

mapadabriga

A confusão do nosso Marco Civil da Internet, agora em escala global. Achei o gráfico no Link (clique aqui para ampliá-lo). Os rumos da rede seguem indefinidos, já que a reunião da UIT (União Internacional das Telecomunicações) terminou sem definições. A Folha fala em ‘guerra fria digital’.