Dave Winer, o criador da ferramenta, explica o seu “esboço de conversas do Twitter”.
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Twitter: Homens São de Marte; Mulheres São de Vênus
Mulheres conversam mais que homens. Seus tópicos principais são família e moda. Já os homens preferem tecnologia e esporte. Esses são alguns dados de um novo estudo sobre o Twitter.
Há outras revelações interessantes. 25% dos usuários nunca atualizou sua conta. E, embora o número médio de seguidores seja 208, 81% dos perfis têm menos de 50 seguidores.
Yeah, Right
Em 1992, o jornal britânico The Sun encarou a web com ceticismo. 20 anos depois…
jornalismo mentira
O que você lê na internet pode estar errado ou ser uma mentira deliberada. Com a ajuda da credulidade humana, histórias inventadas se propagam. Algumas são plausíveis, baseadas em dramas reais.
[…] Os assuntos com “maior capilaridade na rede” […] são, pela ordem, “sexo, leis e religião”. Se der para misturar tudo numa só história que desafie tabus e preconceitos, mais sucesso ela terá no mundo real. No Facebook e no Twitter, dezenas de milhares curtem, comentam e discutem como se fosse tudo verdade.
[…] A mentira não é privilégio dos tempos de internet. Mas a democratização do debate em sites e blogs facilita equívocos e maledicências. E é responsável por absurdos.
As fronteiras entre a verdade e a ilusão, entre o fato e a versão são parte da história da humanidade e já fizeram muitas vítimas. […] Quando a fofoca é persistente e a versão é mais picante que o fato, a maior prejudicada é a verdade. Hoje, qualquer um tem o poder de criar um perfil falso no Facebook ou inventar uma notícia. É preciso desconfiar mais que antes. Nós, jornalistas, mais que todos. Uma lição que se aprende…
Ruth de Aquino, colunista da Época.
Lost
Mostrar crianças desaparecidas nas páginas de links não encontrados (404). Uma ação que alia criatividade e utilidade pública. Quem propõe é o projeto Notfound.org.
alpha dog
He was the guy who came up with the original method that Google eventually used to create their PageRank algorithm. His newest algorithm ranks people and their place in society by how they affect others through language. For example, if, in any given group there’s one guy who influences the others more strongly than anyone else, he tends to be the leader. This can be measured quantitatively. The schematic of how this works looks just like the schematic of how web pages are ranked. Whoever is linked and has more power over all of these trusted sites is who ends up at the top of the Google rankings. Same for people.
Christopher Steiner, autor do livro Automate This: How Algorithms Came to Rule Our World, explica à Fast Company a nova empreitada de Jon Kleinberg, professor de ciência da computação que desenvolveu um algoritmo para identificar os influenciadores em determinados grupos.
Instagram, Twitter [e outros aplicativos móveis]
“Fotos batem palavras”. O All Things Digital inicia assim o texto sobre crescimento da popularidade do Instagram, tema que ganhou bastante ressonância na semana passada. Não se trata apenas de números a respeito de cadastros de perfis, mas de engajamento e retenção. Em agosto, o Instagram teve uma média diária de 7,3 milhões de usuários ativos nos EUA. Já o Twitter, 6,9 milhões.
As pessoas também ficam mais tempo no Instagram. Em agosto, os norte-americanos passaram, em média, 257 minutos no aplicativo de imagens. O Twitter perde novamente nos dispositivos móveis: no mesmo período, o serviço alcançou 170 minutos de uso.
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Não se deve, contudo, fazer uma leitura polarizada do consumo mobile. Para além da disputa desses dois serviços, os celulares ganham diversos fins. O ideal é observar dados mais abrangantes, que incluam, por exemplo, outras redes sociais, entretenimento, jogos.. Em suma, monitorar o uso como um todo, e não fragmentos (divulgados sempre com muito alarde). Daqui a pouco, surge outra pesquisa na qual a indústria da informação apregoa a supremacia das notícias em dispositivos móveis, seguida de outra no qual um serviço multimídia gaba-se do consumo de vídeo ou música…
Quanto mais gente passa a usar celulares, a base de consumidores fica mais diversa, indo além dos early adopters. Ou seja, dados atuais e plurais são importantes não apenas para registrar instantâneos, mas para acompanhar tendências ao longo do tempo.
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Retomando o mote do início do texto. No geral, o Twitter é mais popular que o Instagram. Entretanto, se no exterior o Twitter se sobressai, no Brasil ele perde força. Algo que já havia vislumbrado há um bom tempo.
Não deixa de ser curioso, todavia, o recurso ter sido ultrapassado em celulares. Lembro-me, no início do apogeu do Twitter, de várias entrevistas dos criadores do serviço de mensagens curtas apontando que a ideia só passou a fazer sentido com o advento e popularização dos celulares inteligentes.
GIF Sound
Liberdade de expressão num mundo conectado
Through the internet, content spreads across boundaries and cultural contexts. It’s sooo easy to take things out of context or not understand the context in which they are produced or disseminated. Or why they are tolerated. Contexts collapse and people get upset because their local norms and rules don’t seem to apply when things slip over the borders and can’t be controlled. Thus, we see a serious battle brewing over who controls the internet. What norms? What laws? What cultural contexts? Settling this is really bloody hard because many of the issues at stake are so deeply conflicting as to appear to be irresolvable.
I genuinely don’t know what’s going to happen to freedom of speech as we enter into a networked world, but I suspect it’s going to spark many more ugly confrontations. Rather, it’s not the freedom of speech itself that will, but the visibility of the resultant expressions, good, bad, and ugly. For this reason, I think that we need to start having a serious conversation about what freedom of speech means in a networked world where jurisdictions blur, norms collide, and contexts collapse. This isn’t going to be worked out by enacting global laws nor is it going to be easily solved through technology. This is, above all else, a social issue that has scaled to new levels, creating serious socio-cultural governance questions. How do we understand the boundaries and freedoms of expression in a networked world?
A pesquisadora Danah Boyd explora os desafios do livre discurso (que anda cada vez mais monitorado e ameaçado) no ciberespaço.
Qual a melhor solução móvel?
Instagram no Windows Phone? É uma conversa que está rolando. Os boatos começaram com um vídeo do celular Lumia 920 que supostamente faria menção ao app de imagens. Faz sentido: o bem recebido novo aparelho da Nokia possui uma ótima câmera.
O Instagram atualmente está disponível apenas para iOS e Android, que dominam entre os sistemas operacionais mobile. Entretanto, trata-se de um ecossistema fragmentado (embora antigas, diversas versões do Android ainda saem das lojas). Por isso, surge a pergunta: o ideal é adotar soluções multiplataformas ou desenvolver apps específicos para cada sistema?
Nos tablets, muito do consumo de mídia aponta para sites, não para aplicativos proprietários. O serviço de streaming de músicas Grooveshark, por exemplo, optou por uma versão mobile em HTML5 que roda direto do navegador. Por outro lado… O Facebook culpa o HTML5 pela lentidão de seu app móvel. Depois de analisar a experiência, voltou a apostar numa solução nativa.
