Hoje o Google apresentou novamente instabilidade no seu serviço de busca. Curiosamente, ontem o Facebook se tornou o site mais acessado dos Estados Unidos.
É esperar os próximos capítulos para ver se realmente é uma tendência. O site de relacionamento já havia atingido o topo no final do ano passado, mas não consolidou essa posição.
Todavia, o crescimento do Facebook sinaliza uma nova forma de obter informações online. Ao invés de confiar nos algoritmos do Google para encontrar o que há de mais relevante na web, o internauta optaria pela troca de ideias e acesso a recomendação de outras pessoas.
Não tem no Google? Não Existe! / Não sabe? Joga no Google
No Orkut, há várias comunidades similares a esses temas. Todavia, a web 2.0 cada vez mais discorda dessas premissas.
Sites como o Yelp, que agrega opiniões de diversos internautas, fazem sucesso. O Yahoo! Respostas, serviço que permite criar perguntas ou responder questionamentos feitos por outras pessoas, é outro campeão de audiência. No Twitter, perguntas soltas rapidamente encontram respostas. A imagem abaixo descreve, com ironia, essa possibilidade.

A falha técnica temporária do Google não é o maior problema do buscador. Vai além. O próprio conceito do sistema de busca é debatido, já que os resultados apresentados são discutíveis. Eles destacam o que já é popular, falhando em encontrar conteúdo da chamada internet invisível (aqui há 10 sites que prometem dar conta do serviço, cavando mais fundo no ciberespaço).
Atualmente, os motores de busca funcionam como aparelhos de som que só identificam a frequência das rádios de maior audiência, ignorando as rádios comunitárias.
De toda forma, ainda são serviços muito populares. Se quiser encontrar informação via motores de busca, pode optar pelos metabuscadores, que reúnem num só endereço várias ferramentas de pesquisa. Info.com e Mamma são duas das opções.
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