Gestão de comunidades

Jeffrey Kalmikoff fala sobre como sua empresa – a Threadless, que produz camisas – participa ativamente de sua comunidade de um milhão de integrantes. Em inglês.

Vídeo feito durante o South By Southwest (SXSW), evento que ocorreu em Austin, Texas. Na programação, novas mídias, música e filmes.

Cuidado com o que expõe na internet

Um dos conselhos de Scott McNulty (do blog The Unofficial Apple Weblog) citadas no livro Blogging Heroes, livro de Michael A. Banks que entrevista blogueiros norte-americanos conhecidos, é “não escrever nada num blog que você não diria frente a frente“.

Parece que mais pessoas precisam atentar para isso. O blog Tecneira cita dois casos de comentários feitos no Twitter que geraram problemas. No primeiro, um candidado critica uma vaga de emprego. Noutro, uma viagem a trabalho em que se fala mal da cidade visitada cria polêmica entre os funcionários de uma empresa ligada ao local. Antes, um jurado já havia feito comentários num tribunal, o que pode anular um julgamento de US$ 12,6 milhões.

E estamos falando apenas de casos recentes, ligados ao Twitter. Você pode não achar impróprio algum comentário. Fazer um gracejo que, tirado de contexto, fica descontextualizado. De toda forma, o Google nunca esquece.

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Crowdsourcing e a prestação de contas on-line

O futuro da internet aponta para a transparência. É o que acredita Eric Schmidt, o presidente do Google. Informações importantes (como balanços financeiros de empresas e o trâmite de leis) devem ser cada vez mais comuns on-line.

Com o “Crowdsourcing” (terceirizar para as mutidões), passamos para outro nível. Com dados online, fica mais fácil o grande público acompanhar, analisar e investigar se o que está sendo divulgado é o correto.

Dessa “transparência forçada” surgiriam empresas e governos mais eficientes.

Jack Dorsey, o criador do Twitter

“Com um limite de tamanho, as pessoas são mais espontâneas e instantâneas. A ideia é minimizar os pensamentos.”

No caderno linkJack Dorsey fala sobre uma de suas criações, o Twitter, microblog que permite mensagens com até 140 caracteres.

Para ele, “O Twitter é mais uma rede de notícias, onde cada um atualiza em texto a sua vida. Quem quiser, segue. Não é preciso ser amigo. Uma pessoa pode te seguir e você pode não querer segui-la.”

Dorsey depois viria a criar o Square, dispositivo que transforma aparelhos móveis (iPhones, iPads e celulares Android) em plataformas de pagamento eletrônico (vídeo abaixo).

A popular ferramenta de mensagens curtas foi inventada por Dorsey. Mas ele não esteve só na empreitada: Biz Stone, que passou pelo Brasil em 2009, foi seu parceiro inicial. Em 2006, Evan Williams, o homem por trás do Blogger, se juntou a eles.

A Vanity Fair fez um belo perfil sobre esse badalado empreendedor do Vale do Silício. Curiosamente, a história de Dorsey se assemelha a de outro grande nome da tecnologia: Steve Jobs. Assim como o criador da Apple, Dorsey foi afastado da companhia que fundou. Voltaria ao Twitter em 2011, como chefe de desenvolvimento de produto.

Jack Dorsey: entrevista

Square: como funciona

Atualizado em 10 de abril de 2011. 

Facebook pergunta: O que está passando pela sua cabeça?

O Facebook estréia novos serviços nessa sexta-feira (acima, o novo desenho da página). Num recurso similar ao Twitter, trará um serviço chamado “O que está passando pela sua cabeça?”. Os usuários poderão preencher com comentários e links ou até mesmo fazer o upload de fotos e vídeos. No ano passado, o Facebook tentou comprar o Twitter.

Para o diretor de desenvolvimento de produtos, Chris Cox, a idéia é dar destaque ao fluxo de informações que estão acontecendo no momento.

Outra novidade é que o serviço trará mais possibilidades para que o usuário filtre o conteúdo que acha relevante: por grupo, amigos específicos, família e aplicativos. O que será bastante útil por causa da nova ferramenta citada acima, evitando a saturação por causa do excesso de informações desnecessárias.

Além disso, os perfis públicos não terão mais o limite de 5.000 contatos.

Imagem via

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Não é tão divertido. Vale mais como “proposta educativa”. Na verdade, o problema não se restringe ao Facebook, apesar desse site se esforçar (leia, abaixo, sobre a reforma do serviço).

O excesso de contato é recorrente em várias redes sociais. Muitas pessoas acabam enviando mensagem sem critério, convidado para comunidades desinteressantes, divulgando eventos e aplicativos que muitas vezes só fazem sentido para ela, e não para quem recebe. Estaríamos virando spammers pessoais?

Ademais, há também exposição pública excessiva. Certa vez, Tutty Vasques escreveu que “há muita reclamação de invasão de privacidade, mas há muita evasão de privacidade.” Falava de celebridades, mas a frase se encaixa ao mundo virtual.

A coluna de segunda-feira do coletivo 02 neurônio brincou sobre o assunto. Trecho abaixo:

AS REUNIÕES de pauta são um dos momentos mais importantes do jornalismo. É quando editores e repórteres se juntam para decidir o que vai sair em um jornal, revista ou site. Nessa hora, repórteres aparecem com pautas que, muitas vezes, são gongadas pelos editores, de maneira nem sempre gentil. O repórter, no início, fica meio humilhado, mas aprende. Nem tudo interessa. E por que estamos falando tudo isso? Porque hoje existe um verdadeiro jornalismo de si mesmo. As pessoas (a gente, inclusive) escrevem no Facebook e no Twitter o que estão fazendo naquele exato momento e usam o MSN para propagar autonotícias. Meio maluco. O pior: as pessoas, definitivamente, não sabem o que é notícia!

Reforma
O Facebook estréia novos serviços no dia 13 desse mês. Num recurso similar ao Twitter, trará um serviço chamado “O que está passando pela sua cabeça?”. Os usuários poderão preencher com comentários e links ou até mesmo fazer o upload de fotos e vídeos.

Vídeo relacionado

Por que utilizamos redes sociais?

 

 

“As pessoas gostam de compartilhar. Isso dá status social, uma forma de se conectar às outras pessoas. E não é a tecnologia que trouxe isso. Somos biologicamente programados para sermos sociais. Só que as possibilidades aumentaram. Se antes ter status social significava colocar uma roupa legal, hoje, é estar em blogs, redes sociais ou sites de vídeo.”

Danah Boyd (foto acima), uma das principais cabeças no estudo da explosão de “mídias sociais” no mundo inteiro, explica porque as pessoas utilizam sites de relacionamento. Para ela, redes sociais – como Orkut, YouTube, blog, Twitter – servem não apenas para contatar amigos, como também para conhecer pessoas, compartilhar informação e suprir a necessidade de contato em uma sociedade violenta e obcecada pelo trabalho.

Boyd tem explicações curiosas para o sucesso do Orkut no Brasil. Para ela, a amizade entre moradores do Rio e de São Paulo foi fundamental, bem como a competição inicial para ser a língua preponderante do serviço. “[logo após o lançamento do Orkut] Os brasileiros ficaram em segundo, atrás dos EUA. Surgiu uma campanha para desbancar os norte-americanos. Não deu outra. Os americanos fugiram, pois estava se falando muito português e eles não compreendiam”, explica.

Foto via flickr de duncandavidson

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Internet ultrapassa marca de um bilhão de usuários

Em dezembro do ano passado, o número de internautas no mundo ultrapassou a marca de um bilhão. Os dados são da consultoria comScore. O Brasil ocupa o nono lugar, com 27,7 milhões de usuários. A China aparece no topo, com 179,7 milhões.

Foto via Flickr de shizukabazooka

Facebook: mais de 40 milhões de novos cadastros em 90 dias

Mark Zuckerberg, criador do Facebook

Em outubro do ano passado, o Facebook contava com 110 milhões de usuários ativos. Três meses depois, o site de relacionamento atingiu a marca de 150 milhões de usuários. Além disso, quase metade deles está usando o Facebook todos os dias. Mantendo esse ritmo de crescimento, o site deve alcançar 200 milhões de cadastrados ainda no primeiro semestre.

Nos EUA, país que representa 30% dos usuários do site, a rede social ganhou 10 milhões de novos usuários.

Mas os números expressivos não se restringem apenas ao país de origem. Em mercados internacionais, a taxa de crescimento da rede social é de pelo menos 25% (em 60 países). Na Itália, Indonésia, Tunísia, República Checa, Eslováquia e Roménia o Facebook cresceu mais de 100%.

No Brasil, o site ainda tem pequena presença. Apesar de ter crescido 44% em três meses (indo de 176 mil para 254 mil cadastros),  o país ocupa a 46 posição no número de  usuários no site. No Brasil, reina absoluto o Orkut, que no dia 24 de janeiro completou 5 anos.

Outras estatísticas do Facebook:

- Média de 100 amigos por usuário;

- Mais de 3 mil milhões de minutos são gastos no Facebook a cada dia (mundial);

- Mais de 13 milhões de usuários atualizam seus perfis, pelo menos uma vez por dia;

- Mais de 800 milhões de fotos enviadas para o site todo mês;

- Mais de 5 milhões de vídeos carregados por mês;

- Mais de 20 milhões de dicas de conteúdo (links, notícias etc.) compartilhados por mês;

- Mais de 2 milhões de eventos criados por mês;

- Mais de 20 milhões de grupos ativos no site.

Foto via flickr de castortroy520

Diretora geral de TV e internet da BBC é a entrevista de hoje do Roda Viva

O programa de entrevistas da TV Cultura recebe hoje, às 22h10, Jana Bennett, diretora geral de TV e internet da BBC (conglomerado público de comunicação que possui serviços em 33 idiomas, incluindo o português).

Em relação à atuação da BBC na internet, Bennett explica como o grupo está trabalhando para conquistar a atenção das novas gerações através de novas mídias. Veja alguns trechos abaixo.